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EUA indiciam ex-presidente cubano Raul Castro por derrubada de aviões em 1996

Departamento de Justiça dos EUA formaliza acusação contra Raul Castro por incidente que matou quatro pessoas há 30 anos.
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O presidente Donald Trump
O presidente Donald Trump Imagem: Mandel Ngan/AFP

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (20 de maio de 2026) o indiciamento formal do ex-presidente de Cuba, Raul Castro. A acusação refere-se ao episódio ocorrido em 24 de fevereiro de 1996, quando caças cubanos derrubaram duas aeronaves civis da organização “Irmãos ao Resgate” (Hermanos al Rescate), resultando na morte de quatro pessoas. Na época, Raul era o ministro das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba.


O Incidente e a Acusação de Assassinato

As aeronaves derrubadas pertenciam a um grupo de exilados cubanos baseado em Miami, que realizava missões de busca e salvamento de “balseros” no Estreito da Flórida. O governo cubano alegou, na ocasião, que os aviões haviam violado o espaço aéreo de Havana. No entanto, o indiciamento americano sustenta que o ataque ocorreu em espaço aéreo internacional e que a ordem partiu da cúpula do governo castrista. Raul Castro é acusado de conspiração para cometer assassinato e violação de leis internacionais de aviação.

Detalhes do Caso Informações Históricas / Jurídicas Status (2026)
Vítimas 4 integrantes dos “Irmãos ao Resgate” Busca por reparação judicial.
Acusado Principal Raul Castro (94 anos) Indiciado formalmente.
Implicação Política Tensão Washington-Havana Fim de qualquer degelo diplomático.

O movimento da justiça americana ocorre em um momento de endurecimento da política externa dos EUA para a América Latina. Embora o Acre esteja geograficamente distante deste conflito, o impacto nas relações internacionais reflete na geopolítica continental. Enquanto o estado foca em indicadores técnicos de evolução em capital humano e sustentabilidade, o cenário externo retoma fantasmas da Guerra Fria. O indiciamento de uma figura histórica como Raul Castro sinaliza que os EUA pretendem utilizar o sistema jurídico para pressionar regimes remanescentes, o que pode influenciar debates sobre direitos humanos e democracia em toda a região.

Link de Fonte: UOL/AFP

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