Acre Atual

“Dói ver uma escola atingida”: Marina Silva manifesta pesar por tragédia em Rio Branco

Ministra acreana Marina Silva se solidariza com as famílias e a comunidade escolar após ataque na capital.
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Foto: Internet

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a acreana Marina Silva, utilizou suas redes sociais e canais oficiais nesta terça-feira (5 de maio de 2026) para expressar sua profunda tristeza e consternação diante do ataque ocorrido no Instituto São José (ISJ), em Rio Branco. Em um depoimento carregado de emoção, a ministra — que possui fortes laços históricos e afetivos com a capital acreana — destacou que a violência dentro de uma instituição de ensino fere o coração da sociedade e exige uma reflexão profunda sobre a cultura de paz no país.


A escola como território sagrado do saber

Para Marina Silva, o ataque a uma escola não é apenas um crime contra indivíduos, mas um atentado contra o futuro. Ela reforçou a necessidade de políticas públicas que não apenas foquem na segurança física das unidades, mas que tratem a saúde mental e o acolhimento como prioridades nacionais. A ministra lembrou sua trajetória pessoal e a importância que a educação teve em sua vida, lamentando que o ambiente que deveria ser de descoberta e segurança tenha se tornado cenário de um episódio tão sombrio.

O pronunciamento de Marina ecoou no cenário federal, onde o debate sobre a segurança nas escolas brasileiras voltou a ganhar urgência. Em Rio Branco, as palavras da ministra trouxeram um tom de acolhimento em um momento onde o medo e a indignação ainda dominam as conversas nas esquinas e nas redes sociais.

A visão do Acre Atual: Entre o pesar de quem saiu e a dor de quem ficou

Ver a Marina Silva se manifestar neste 5 de maio de 2026 é um lembrete de que a nossa dor ecoa longe. No Acre Atual, avaliamos que as palavras da ministra são bonitas e necessárias — afinal, ela é a acreana com maior visibilidade no governo federal. Mas, para quem está aqui no “chão da escola” em Rio Branco, o sentimento é de que precisamos de mais do que notas de pesar. A dor da Marina é legítima, mas o nosso povo quer saber quando o governo federal e o estadual vão parar de apenas “se solidarizar” e começar a investir pesado em psicólogos nas escolas e inteligência para barrar o ódio antes que ele vire tragédia. Marina fala com o coração, mas o Acre precisa que Brasília fale com o orçamento. Que o pesar da ministra sirva para abrir as portas de novos recursos para a nossa segurança escolar, senão, será apenas mais uma fala de quem olha a nossa fumaça de longe enquanto o fogo consome o que temos de mais precioso.

Link de Fonte: ac24horas

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