As investigações da Delegacia de Homicídios apontaram que o garçom teria sido morto por engano./ Foto: reprodução
O Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco, condenou dois homens denunciados pelo Ministério Público do Acre (MPAC) pela execução do garçom Jonathan da Silva Cruz. Somadas, as penas ultrapassam 59 anos de prisão.
Raimundo Nonato Oliveira Lopes foi condenado a 35 anos, 6 meses e 5 dias de prisão, em regime inicialmente fechado. Já José Wagner Pinheiro da Silva recebeu pena de 24 anos, 1 mês e 12 dias.
Um dos réus, Raimundo Nonato, conhecido como “Favelado”, não participou da sessão do Tribunal do Júri. Segundo informações do processo, ele possui outras condenações e está foragido há aproximadamente sete meses.
O crime aconteceu em 6 de maio de 2021, na Rua das Palmeiras, na região do Belo Jardim, em Rio Branco. De acordo com a denúncia apresentada pelo MPAC, Jonathan foi morto a tiros depois que criminosos invadiram a residência onde ele estava.
As investigações da Delegacia de Homicídios apontaram que o garçom teria sido morto por engano. Conforme a apuração, os criminosos pretendiam atingir o marido da sobrinha de Jonathan, que havia sido acusado por uma irmã de cometer abuso sexual.
Segundo as informações reunidas durante a investigação, Jonathan havia ido até o imóvel para buscar roupas da sobrinha quando foi surpreendido pelos criminosos.
Os suspeitos foram identificados ao longo das investigações conduzidas por agentes da Delegacia de Homicídios. Após a análise do caso pelo Conselho de Sentença, os dois acusados foram condenados pelas mortes. As informações sobre o julgamento são da TV 5.






