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Estudo da UFAC revela que cheias do Rio Acre vão muito além do El Niño e La Niña

Pesquisa inédita da Universidade Federal do Acre (UFAC) aponta novos fatores climáticos e ambientais que influenciam o nível do Rio Acre.
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Cheia CZS
Foto: Internet

Por décadas, a explicação para as grandes inundações no nosso estado parecia simples: se o “menino” (El Niño) ou a “menina” (La Niña) aparecessem, o piseiro das águas estava garantido. No entanto, um estudo recente da Universidade Federal do Acre (UFAC) revelou que as cheias do Rio Acre possuem causas muito mais complexas. Segundo os pesquisadores, fenômenos locais e regionais estão jogando um papel decisivo no comportamento do manancial, muitas vezes ignorado pelas previsões tradicionais.

A pesquisa aponta que a combinação de solo saturado, desmatamento em áreas de cabeceira e a atuação de “rios atmosféricos” — como a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) — são fatores que potencializam o risco de desastres. Ao notar que o regime de chuvas na Amazônia em 2026 está mais errático, percebe-se que depender apenas dos índices do Pacífico não é mais suficiente. Para o Acre Atual, ver a UFAC produzindo ciência que ajuda a salvar vidas e bens é o tipo de progresso que a gente precisa valorizar em Rio Branco e no interior.

Além dos Fenômenos Tradicionais: O que Mudou?

O estudo destaca que a bacia do Rio Acre é extremamente sensível à ocupação do solo. O fato de a floresta estar perdendo sua capacidade de “esponja” nas margens dos igarapés faz com que a água chegue ao leito principal com muito mais velocidade e força.

O Acre Atual observa que esse estudo deveria ser o “livro de cabeceira” dos prefeitos e governantes. Saber que as cheias são multicausais em 2026 exige um planejamento urbano que vá além de dar cesta básica depois que a água entra na casa do povo. O desafio agora é o reflorestamento e o controle rígido do uso do solo, garantindo que o Rio Acre volte a ser um caminho de vida e não de piseiro de destruição todo ano.

A visão do Acre Atual: Ciência que Vem da Floresta

Informar sobre o estudo da UFAC sobre as cheias do Rio Acre em 2026 é dar voz a quem realmente entende da nossa terra. No Acre Atual, acreditamos que sem ciência, a gente fica é tonto no meio da chuva. Ver a nossa universidade desvendando esses mistérios é o piseiro da inteligência que a gente quer ver cada vez mais forte. Estaremos acompanhando se as autoridades vão usar esses dados para evitar o sofrimento das famílias da Baixada. No Acre Atual, a informação que te ajuda a entender a natureza é o nosso compromisso.

Fonte: ac24horas / UFAC

Redigido por Acre Atual

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