A proximidade das eleições de 2026 já começa a reconfigurar o comando dos estados brasileiros. O Acre está entre as 13 unidades da federação que terão troca de governador até o dia 4 de abril, prazo final imposto pela legislação eleitoral para a desincompatibilização de chefes do Executivo que pretendem concorrer a outros cargos no pleito de outubro. A regra exige que governadores candidatos renunciem ao mandato até seis meses antes da eleição.
A transição no Acre
No Acre, o governador Gladson Cameli, que é pré-candidato ao Senado Federal, deixará o cargo para que a vice-governadora Mailza Assis (PP) assuma o comando do Executivo estadual. Mailza, que também é pré-candidata ao governo na chapa da situação, terá a missão de conduzir o estado até o fim do ano e disputar a reeleição. A sucessão no Acre segue um padrão que se repetirá em diversas outras unidades da federação, onde os vices assumirão o posto dos titulares.
Cenário nacional
A movimentação não é exclusividade do Acre. Em Goiás, Daniel Vilela substituirá Ronaldo Caiado. Em Minas Gerais, Mateus Simões assume a cadeira de Romeu Zema. No Paraná, Darci Piana substitui Ratinho Júnior, e no Rio Grande do Sul, Gabriel Souza assume no lugar de Eduardo Leite. Outros estados como Mato Grosso, Pará, Paraíba, Espírito Santo, Roraima e o Distrito Federal (onde Celina Leão assume o lugar de Ibaneis Rocha) também terão seus vices no comando. Em duas situações, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Norte, a ausência dos vice-governadores levará à realização de eleições indiretas nas assembleias legislativas para definir os novos comandantes até o fim do mandato.
Fonte: ContilNet Notícias
Redigido por Acre Atual







