Uma noite de terror para pedestres e um grande risco ao trânsito de Cruzeiro do Sul terminou com uma mulher atrás das grades. Na quinta-feira (5), a Polícia Militar prendeu em flagrante M. S., de 43 anos, após uma perseguição que colocou em perigo a vida de crianças e desafiou as leis de trânsito. A condutora pilotava uma motocicleta mesmo estando com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) cassada e, segundo ela própria admitiu, sob efeito de entorpecentes.
O início da perseguição
Tudo começou na Travessa Mário Lobão, nas proximidades do Mercado Beira Rio. Uma guarnição da Polícia Militar que realizava patrulhamento de rotina na região avistou uma motociclista trafegando de forma extremamente perigosa, em zigue-zague pela via. Além da direção arriscada, a mulher usava o capacete de forma irregular, apenas apoiado na testa, o que já configura uma infração grave. Ao receber a ordem de parada, a suspeita ignorou os policiais e acelerou, dando início a uma perseguição pelas ruas da cidade.
Ruas de terror
Durante a fuga, a condutora colocou em risco a vida de inúmeras pessoas. Em seu desespero para escapar, ela avançou dois sinais vermelhos consecutivos e, no momento mais crítico, quase atropelou um grupo de crianças que atravessava a faixa de pedestres. O acompanhamento policial só terminou em frente à quadra de esportes do bairro da Várzea, onde os militares conseguiram interceptar a motociclista. Uma consulta ao sistema de trânsito confirmou a gravidade da situação: M. S. estava com a CNH cassada e, portanto, totalmente proibida de dirigir qualquer veículo.
Drogas e prisão
Durante a abordagem, a mulher confessou aos policiais que havia fumado maconha pouco antes de pilotar a moto. Com ela, os agentes encontraram dois cigarros da droga. Diante dos fatos — direção perigosa, desobediência, CNH cassada e embriaguez ao volante (por efeito de drogas) —, M.S. recebeu voz de prisão em flagrante. Ela foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul, onde foram realizados todos os procedimentos legais cabíveis, permanecendo à disposição da Justiça. O caso serve como um alerta para os riscos da combinação mortal entre direção e entorpecentes e para a importância do trabalho ostensivo da Polícia Militar na prevenção de tragédias.
Fonte: ContilNet Notícias
Redigido por Acre Atual







