Em resposta à tragédia que se abateu sobre a Zona da Mata mineira, o governo federal anunciou a liberação de recursos emergenciais para as cidades mais afetadas pelas fortes chuvas. Nesta quinta-feira (26), foi confirmado que o governo Lula liberou R$ 3,4 milhões em caráter emergencial para Minas Gerais, destinados ao restabelecimento de serviços e à assistência humanitária da população.
Os Recursos e as Cidades Beneficiadas
De acordo com o balanço divulgado, os primeiros planos de trabalho foram aprovados para duas das cidades mais atingidas. Juiz de Fora receberá o montante de R$ 2,9 milhões. Já o município de Ubá será contemplado com R$ 482,4 mil. A liberação dos recursos visa agilizar a resposta do poder público, permitindo a compra de insumos, a contratação de serviços emergenciais e o apoio logístico às famílias que perderam tudo.
A situação na região é crítica. O novo balanço contabiliza 53 mortos em decorrência dos temporais, sendo 47 em Juiz de Fora e 6 em Ubá. Além disso, 15 pessoas seguem desaparecidas, e mais de 3,5 mil estão desabrigadas ou desalojadas, vivendo em abrigos públicos ou na casa de parentes e amigos. O governo federal já reconheceu o estado de calamidade pública em Juiz de Fora e, de forma sumária, nas cidades de Ubá e Matias Barbosa, o que facilita a burocracia para o envio de recursos e ajuda.
Mobilização Federal e Próximos Passos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou “pronta mobilização” de todas as pastas do governo para auxiliar as vítimas e os municípios. Equipes do Ministério da Saúde, da Defesa Civil Nacional, da Assistência Social e do Exército foram enviadas para a Zona da Mata para acompanhar os esforços de resgate, atendimento médico e logística de distribuição de donativos.
A liberação dos R$ 3,4 milhões é a primeira parcela de um apoio que deve se estender conforme a avaliação dos danos. A ação do governo, visa dar um alívio imediato às prefeituras, que se viram sobrecarregadas com a dimensão da tragédia. A expectativa agora é que os recursos cheguem rapidamente às contas municipais para que as ações de reconstrução e assistência possam ser intensificadas.
Fonte: Metrópoles
Redigido por Acre Atual







