Relato de socorrista do Samu sobre atendimento a uma criança de 6 anos vítima de violência sexual gerou revolta nas redes sociais/Foto: Reprodução
Um relato feito por um condutor socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) sobre o atendimento a uma criança de 6 anos, vítima de violência sexual, provocou revolta nas redes sociais em Rio Branco. O caso foi atendido na sexta-feira (18) e, segundo o profissional, também causou forte impacto entre os integrantes da equipe.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o condutor socorrista Averaldo Azevedo relatou que a equipe foi acionada para atender a ocorrência, que teria envolvido um familiar da criança como suspeito. Durante o depoimento, o profissional demonstrou indignação e afirmou que a situação se tornou ainda mais difícil diante da informação de que familiares teriam defendido o suspeito.
A criança foi levada inicialmente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito e, posteriormente, encaminhada para uma unidade hospitalar especializada.
Após a publicação do relato, internautas manifestaram preocupação com a proteção de crianças vítimas de violência e destacaram a importância de atenção a mudanças de comportamento e de comunicação de situações suspeitas às autoridades.
Em uma das manifestações, o próprio socorrista reforçou que crianças vítimas de violência precisam ser acolhidas e protegidas. “Criança não se culpa, não se desacredita e não se protege agressor. Criança sim, se protege!”, escreveu.
Outro comentário chamou atenção para casos que podem não chegar ao conhecimento das autoridades ou da imprensa quando a vítima não consegue comunicar o que aconteceu.
O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes. Em situações de suspeita ou confirmação de violência contra crianças, a orientação é buscar os canais oficiais de denúncia e proteção, evitando confrontar ou expor a vítima e o possível suspeito nas redes sociais.






