Acre Atual

Preço da cesta básica sobe 9,1% e atinge maior valor histórico em Rio Branco

Carestia galopante na capital do Acre eleva o custo de vida e consome quase metade do rendimento do trabalhador.
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Cesta Básica
Foto: Reprodução

O orçamento das famílias que vivem na capital do extremo Norte sofreu o impacto mais violento do ano na base da cadeia de subsistência, tornando o ato de se alimentar um desafio financeiro insustentável. Conforme dados técnicos e boletins de monitoramento de preços consolidados nesta quarta-feira (17 de junho de 2026), o preço médio da cesta básica registrou uma alta expressiva de 9,1% em Rio Branco, atingindo o maior valor já computado para o período. O salto inflacionário pune diretamente as camadas mais vulneráveis.


Carestia no Prato: Arroz, Feijão e Óleo Lideram Altas Abusivas no Varejo

De acordo com os pesquisadores e analistas econômicos responsáveis pelo levantamento mensal nos supermercados e mercados públicos da capital, a escalada de 9,1% foi puxada por itens de primeira necessidade, como o arroz, o feijão, o óleo de soja e a carne bovina. Fatores como o isolamento logístico sazonal, o encarecimento dos fretes interestaduais e a forte dependência que o comércio local tem da importação de alimentos de outras regiões do país explicam essa disparada. Especialistas alertam que o aumento agressivo corrói o poder de compra de forma imediata, obrigando as famílias a cortarem proteínas e substituírem marcas tradicionais por produtos de menor qualidade nutricional.

Indicador de Inflação Alimentar Variação / Patamar Apurado (2026) Impacto no Orçamento do Trabalhador
Alta da Cesta Básica Salto real de 9,1% Maior valor histórico registrado em Rio Branco.
Vilões do Mês Arroz, feijão, óleo e carne Consome quase metade de um salário mínimo líquido.
Efeito de Mercado Substituição por itens inferiores Queda drástica no padrão nutricional das periferias.

Essa disparada de 9,1% joga um balde de água fria e aprofunda o drama social das famílias, visto que levantamentos recentes chocaram ao provar que 57% dos lares de Rio Branco precisam sobreviver com renda de até dois salários mínimos, significando que a nova alta dos alimentos vai morder uma fatia escorchante do orçamento doméstico. O trabalhador se desgasta cumprindo as maiores cargas horárias de trabalho do país de sol a sol para pagar o etanol a R$ 5,35 o livro nos postos e arcar com tributos pesados nos quais os acreanos entregam mais de R$ 18 milhões em impostos por dia para os cofres públicos, ajudando a paralisar o comércio varejista, que amarga queda nas vendas de maio apontada pela Stone e acumula quase 14 mil empresas negativadas com o nome no vermelho no Serasa.

Link de Fonte: ac24horas

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