Maior constrição patrimonial ocorreu no Tocantins, com bloqueio judicial de R$ 412,5 milhões/ Foto: Reprodução
Uma operação nacional articulada pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) bloqueou mais de R$ 508 milhões em bens e contas bancárias ligadas a grupos criminosos na última semana. Batizada de Operação Força Integrada IV, a mobilização ocorreu em 19 estados e contou com desdobramentos de inteligência na Região Norte, incluindo investigações iniciadas no Acre.
No Tocantins, a Justiça Federal determinou o bloqueio patrimonial de até R$ 412,5 milhões em uma apuração referente a tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, configurando o maior valor apreendido no balanço da operação.
No Acre, as diligências policiais identificaram e desarticularam o braço local de uma organização criminosa que mantinha conexões operacionais e financeiras com os estados de Rondônia, Paraíba e Minas Gerais.
Segundo dados divulgados pelas autoridades policiais, a mobilização cumpriu 173 mandados de busca e apreensão e efetuou 137 prisões em todo o país — sendo 76 preventivas, 17 temporárias e 44 capturas em flagrante.
O levantamento do órgão contabiliza ainda a apreensão de:
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29 imóveis e 18 veículos, avaliados em cerca de R$ 1,6 milhão;
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7 armas de fogo e 49 munições de variados calibres;
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101 quilos de entorpecentes, sendoUma operação nacional de combate ao crime organizado resultou no bloqueio de mais de R$ 508 milhões em bens e contas bancárias ligadas a facções criminosas. Denominada Operação Força Integrada IV, a ação foi conduzida pelas Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) durante a última semana, com cumprimentos de mandados em 19 estados.
O maior impacto financeiro da investida ocorreu no Tocantins, onde a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 412,5 milhões. A apuração no estado mirou um esquema de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.
Na Região Norte, as investigações do Acre revelaram a ramificação de uma quadrilha com atuação interestadual. O grupo mantinha conexões e atividades ilícitas também em Rondônia, na Paraíba e em Minas Gerais.
Ao longo dos trabalhos, os agentes deram cumprimento a 173 mandados de busca e apreensão e efetuaram 137 prisões — sendo 76 preventivas, 17 temporárias e 44 em flagrante.
As forças de segurança também tiraram de circulação sete armas de fogo, 49 munições, 11 quilos de cocaína e derivados, além de 90 quilos de maconha. No âmbito patrimonial, além dos valores bancários retidos, houve o sequestro de 29 imóveis e a apreensão de 18 veículos, bens avaliados em cerca de R$ 1,6 milhão.
A ofensiva reuniu a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, além de polícias civis, militares, penais e guardas municipais dos estados participantes.
A estratégia central das FICCOs baseia-se no cruzamento de dados de inteligência para desarticular a estrutura operacional das entidades criminosas e sufocar o patrimônio acumulado pelo garimpo, tráfico e outras atividades ilegais.







