Acre Atual

Acre tem um dos maiores custos do Legislativo em relação ao PIB do país

Estudo revela que a manutenção da Assembleia Legislativa do Acre absorve fatia expressiva da riqueza estadual, superando médias nacionais.
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aleac
Emendas parlamentares destinam recursos para saúde, esporte e entidades no Acre/Foto: Reprodução

A radiografia do peso das instituições públicas sobre a economia do extremo Norte ganhou mais um capítulo preocupante que joga luz sobre os custos dos poderes constitucionais. Um levantamento macroeconômico nacional divulgado nesta sexta-feira (5 de junho de 2026) aponta que o Acre figura entre os estados com o maior custo do Poder Legislativo em relação ao seu Produto Interno Bruto (PIB). O dado consolida o impacto financeiro da Assembleia Legislativa (Aleac) e do Tribunal de Contas (TCE-AC) perante a riqueza gerada no estado.


Impacto Orçamentário e a Dependência de Recursos Externos

De acordo com os analistas responsáveis pelo mapeamento financeiro, o fato de o Acre ostentar uma das maiores frentes de gastos legislativos proporcionais ao PIB expõe o tamanho e a rigidez da estrutura de comissões, verbas de gabinete, subsídios e folhas de pagamento em um estado de economia pequena. Esse alto comprometimento dos recursos limita a capacidade de manobra orçamental do Estado, engessando as finanças e tornando a administração pública dependente direta de fundos de participação federais para cobrir investimentos básicos em infraestrutura e serviços essenciais.

Indicador de Custo Institucional (2026) Situação Identificada no AC Reflexo nas Finanças Públicas
Relação Custo Legislativo / PIB Entre as maiores do Brasil Elevada absorção da riqueza para custear o parlamento.
Estruturas Incluídas Aleac e Tribunal de Contas Gasto rígido com pessoal e custeio interno.
Capacidade de Repasse Duodécimo Elevado Pressão sobre o caixa do tesouro estadual.

O peso do parlamento e do controle externo sobre o PIB soma-se ao fato de que, no mesmo dia, o estado foi apontado na 24ª colocação nacional no custo do Poder Executivo em relação ao PIB. Essa combinação de poderes caros asfixia a saúde financeira de um estado que já patina na 18ª posição em evolução de solidez fiscal e sob o risco constante de ter repasses travados por uma dívida milionária histórica junto ao governo federal. Enquanto a máquina consome as receitas, os acreanos pagam mais de R$ 18 milhões em impostos por dia e lidam com o etanol a R$ 5,35 o litro.

Link de Fonte: ac24horas

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