Em uma iniciativa voltada para o fortalecimento da economia local e do agronegócio, a Câmara Municipal de Rio Branco oficializou nesta quarta-feira (6 de maio de 2026) a criação da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo. O grupo de trabalho nasce com o objetivo de criar um ambiente legislativo mais favorável para as cooperativas de crédito, produção, transporte e serviços, setores que hoje sustentam grande parte da geração de emprego e renda na capital acreana.
Desburocratização e fomento à economia solidária
A frente parlamentar terá a missão de mediar o diálogo entre o poder público e as cooperativas, buscando soluções para gargalos históricos, como a dificuldade de acesso a linhas de crédito municipais e o excesso de burocracia para a participação em processos licitatórios. Segundo os vereadores envolvidos, o cooperativismo é a ferramenta mais eficaz para garantir que o pequeno produtor e o trabalhador autônomo consigam competir no mercado atual, ganhando escala e poder de negociação.
| Eixo de Atuação | Objetivo (Maio/2026) | Público-Alvo |
|---|---|---|
| Segurança Jurídica | Atualização de leis municipais. | Cooperativas Locais. |
| Capacitação | Parcerias para cursos técnicos. | Cooperados e Gestores. |
| Incentivo Fiscal | Estudo de redução de taxas. | Novas cooperativas. |
Com a criação desta frente, a Câmara espera atrair novas centrais cooperativas para a capital, transformando Rio Branco em um polo regional de economia colaborativa. O próximo passo será a definição do cronograma de reuniões com as entidades do setor, como a OCB/AC (Organização das Cooperativas Brasileiras no Acre), para a construção de uma agenda positiva para o segundo semestre de 2026.
A visão do Acre Atual: Entre o papel do vereador e o suor do cooperado
Ver a Câmara criando frente parlamentar para cooperativismo neste 6 de maio de 2026 é aquele tipo de notícia que a gente quer acreditar, mas que o histórico faz a gente ficar “com a pulga atrás da orelha”. No Acre Atual, avaliamos que cooperativismo no Acre é o que salva o agricultor lá na ponta do ramal e o motorista que precisa de crédito justo. A iniciativa é boa, mas o cooperado de verdade não quer apenas “frente parlamentar” e café com vereador; ele quer estrada para passar o caminhão da cooperativa, imposto que não sufoque e menos política na hora de decidir quem recebe apoio. Se a frente parlamentar servir apenas para dar medalha e fazer foto bonita, vai ser só mais um puxadinho burocrático. O cooperativismo acreano é resiliente por natureza; que o legislativo venha para somar, e não apenas para tentar “donear” o sucesso de quem trabalha em grupo por pura necessidade.
Link de Fonte: ac24horas







