Instituto abre 100 vagas para inglês online e capacitação profissional no AC

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Foto: João Pedro Formozo

O Instituto Coca-Cola Brasil (ICCB), em parceria com a Solar Coca-Cola, uma das maiores fabricantes do Sistema Coca-Cola, presente em 70% do país, anunciam a abertura de 100 vagas para o programa Coletivo Coca-Cola Jovem + Inglês no Acre. Voltada para pessoas entre 16 e 29 anos em situação de vulnerabilidade social e com ensino fundamental completo, a capacitação é totalmente gratuita e realizada em formato digital, permitindo que os participantes desenvolvam suas competências em seu próprio ritmo.

As inscrições para as vagas já estão abertas e podem ser realizadas por meio do site Coletivo Coca-Cola Jovem ou pelo aplicativo oficial do programa “Coletivo Coca-Cola Jovem”, com ícone vermelho, disponível para Android e iOS. Por adotar a metodologia de autoestudo online, as vagas permanecerão disponíveis até o preenchimento total das bolsas ofertadas.

A jornada de formação é dividida em duas etapas complementares. A primeira fase consiste em 12 videoaulas curtas e práticas no formato de nano-pílulas de conteúdo, que abordam competências essenciais para o mercado, como preparação para processos seletivos, elaboração de currículo, comportamento profissional, comunicação, pensamento crítico, colaboração e resolução de problemas.

Após concluir a capacitação inicial e obter a certificação, os estudantes ganham acesso imediato a uma plataforma exclusiva de empregabilidade, que reúne vagas de trabalho e oportunidades em mais de 400 empresas parceiras, e ao curso online de inglês chancelado pela EF, considerada a maior empresa privada de educação do mundo. Com duração de 12 meses, a tecnologia desenvolvida pela EF utiliza inteligência artificial com a atuação de professores treinados com a metodologia exclusiva, permitindo personalizar o aprendizado de acordo com o ritmo de cada participante.

Desde que foi fundado, o ICCB já beneficiou 1 milhão de pessoas através de diversas causas, sendo 861 mil jovens impactados pela plataforma Coletivo Coca-Cola. Em 2025, foram 251 mil jovens capacitados, um crescimento de 70% em relação ao ano anterior. Apenas no território da Solar Coca-Cola, foram mais de 90.700 formados no ano passado. Ao todo, a Solar já alcançou a marca de 341.940 pessoas formadas pelo Coletivo. O modelo apresenta resultados consistentes em nível nacional: 6 em cada 10 participantes conquistam uma oportunidade de trabalho após a formação, alcançando uma taxa de empregabilidade de 64%. No mesmo período, mais de 38 mil vagas foram disponibilizadas por meio da rede de parceiros da iniciativa.

Foco em inglês

A ampliação da oferta do idioma busca responder a um cenário econômico desafiador para a juventude. Segundo dados do IBGE, a taxa de desemprego entre jovens alcançou 14,9% no primeiro trimestre de 2026, patamar que representa mais que o dobro da média nacional. A inclusão do inglês visa qualificar a mão de obra regional e ampliar a inserção produtiva dos alunos em setores que exigem competências globais.

“Na Solar, atuamos com o compromisso de impulsionar o desenvolvimento socioeconômico e a geração de oportunidades nos territórios onde estamos presentes. Entendemos os desafios enfrentados pelos jovens no acesso ao primeiro emprego e acreditamos que a capacitação profissional, somada ao aprendizado de um segundo idioma, é uma ferramenta transformadora para abrir portas no mercado de trabalho atual”, destaca Alana Barros, coordenadora de Sustentabilidade da Solar Coca-Cola.

Para Daniela Redondo, diretora-executiva do Instituto Coca-Cola Brasil, o domínio de uma nova língua se consolidou como um diferencial estratégico: ““Para muitos jovens, o obstáculo não é apenas encontrar uma vaga, mas chegar ao mercado de trabalho com as competências que as empresas procuram. O inglês amplia esse horizonte, especialmente em um mercado cada vez mais conectado, mas ainda com acesso a oportunidades desigual. Ao combinar o idioma com competências profissionais e uma conexão direta com oportunidades de trabalho, conseguimos reduzir algumas dessas barreiras e aumentar as possibilidades de os jovens construírem suas próprias trajetórias profissionais”, conclui a executiva.

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