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Unimed Rio Branco nega atendimento de urgência a Bocalom; Prefeitura anuncia ação judicial contra fake news

Unimed Rio Branco negou atendimento de urgência ao prefeito Tião Bocalom. Prefeitura afirma que vai processar autor de fake news divulgada nas redes.
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Imagem Reprodução
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A Unimed Rio Branco divulgou na noite deste domingo (15) uma nota oficial negando ter realizado qualquer atendimento de urgência ou emergência ao prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.

O esclarecimento foi publicado nas redes sociais da cooperativa médica após a circulação de informações que apontavam um suposto atendimento ao gestor municipal.

Nota oficial da Unimed

No comunicado, a instituição classificou como “absolutamente falsas” as notícias relacionadas ao tema.

Segundo a cooperativa, não houve qualquer procedimento de urgência ou emergência envolvendo o prefeito e também não houve pronunciamento da diretoria sobre o assunto.

A Unimed reforçou ainda que repudia a divulgação de informações consideradas inverídicas e qualquer tentativa de atribuir declarações a membros de sua diretoria executiva.

Sigilo médico e LGPD

A cooperativa também destacou que atua em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e com o Código de Ética Médica.

De acordo com a nota, todas as informações relacionadas a pacientes são tratadas com sigilo absoluto, independentemente de cargo ou função pública.

Prefeitura anuncia medidas judiciais

Procurada para comentar o caso, a Prefeitura de Rio Branco informou que adotará providências legais contra o responsável pela divulgação do conteúdo.

O secretário Especial de Comunicação do município, Ailton Oliveira, afirmou que a informação teria surgido a partir de uma publicação feita em um portal.

Segundo ele, a gestão considera o conteúdo “mentiroso e irresponsável” e avalia que a divulgação recorrente de notícias falsas tem causado prejuízos à imagem do prefeito.

A Prefeitura declarou que já está tomando medidas judiciais contra o autor da publicação.

Contexto

O episódio ocorre em meio ao debate crescente sobre a disseminação de desinformação nas redes sociais e possíveis responsabilizações civis e criminais relacionadas à propagação de notícias falsas.

Até o momento, não há registro oficial de atendimento médico emergencial envolvendo o prefeito na data mencionada.

Fonte: ac24horas

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