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Tebet e Marina aguardam sinal de Lula e Haddad sobre chapa em SP

As ministras Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede) estão em compasso de espera por uma definição do presidente Lula e do ministro Fernando Haddad sobre a estratégia eleitoral do PT em São Paulo. A ideia é que ambas troquem de partido para compor uma chapa encabeçada por Haddad ao governo do estado, visando fortalecer o palanque de Lula no maior colégio eleitoral do país. Tebet deve ir para o PSB, enquanto Marina cogita PT, PSOL ou PSB.
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As ministras Simone Tebet (Planejamento) e Marina Silva (Meio Ambiente) • Arte CNN: Foto 1: Diogo Zacarias/MF | Foto 2: Geraldo Magela/Agência Senado

As negociações para a formação de uma chapa de esquerda competitiva em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, estão em um momento decisivo. As ministras Simone Tebet (MDB) e Marina Silva (Rede) aguardam um sinal claro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), para definirem suas filiações partidárias e o papel que desempenharão na tentativa de conquistar o Palácio dos Bandeirantes.

O tabuleiro paulista

Como já havia sido antecipado, a estratégia em construção prevê que Haddad lidere a chapa ao governo, deixando o ministério nos próximos dias para se dedicar à campanha. Para dar mais tração à empreitada e enfrentar o favoritismo do atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o plano é que Tebet e Marina componham a chapa, fortalecendo o palanque de Lula. No entanto, para isso, ambas precisam trocar de legenda. Marina, que deseja disputar o Senado, cogita retornar ao PT ou se filiar ao PSOL ou PSB, rejeitando a ideia de uma candidatura à Câmara. Já Simone Tebet, com destino mais provável ao PSB, também espera por uma nova conversa com Lula para acertar os detalhes.

O fator Alckmin

Outra peça importante nesse xadrez é o vice-presidente Geraldo Alckmin. A definição do papel do ex-tucano na eleição também impacta a estratégia. Caso ele seja preterido no desejo de continuar como vice na chapa de Lula, uma alternativa seria lançá-lo ao Senado, o que exigiria um redesenho completo da chapa. Independentemente do cargo, Alckmin terá um papel crucial na campanha paulista, com a missão de transferir parte de seus expressivos votos no estado para Haddad. Ainda há incerteza se a chapa será anunciada antes ou depois da saída oficial de Haddad do ministério, mas as articulações nos bastidores seguem intensas.

Fonte: CNN Brasil

Redigido por Acre Atual

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