Uma ação de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-364 resultou na apreensão de uma grande quantidade de droga que havia sido despachada em Rio Branco. Oito quilos e 100 gramas de skunk, uma variação mais potente da maconha, foram encontrados na noite desta terça-feira (3) dentro de um ônibus interestadual abordado no km 1 da rodovia, em Vilhena, no estado de Rondônia.
A descoberta da droga
A abordagem fazia parte das ações de rotina da PRF no combate ao crime. Durante a vistoria no veículo, os policiais se depararam com inconsistências nas informações contidas nas notas fiscais que acompanhavam algumas encomendas. A suspeita levou a uma verificação mais detalhada da carga. Foi então que os agentes localizaram, dentro de duas latas de massa corrida, sete tabletes da substância entorpecente. A encomenda havia sido despachada na capital acreana e tinha como destino final a cidade de Goiânia, em Goiás.
Procedimentos legais
Após a apreensão, todo o material ilícito, totalizando 8,1 quilos de skunk, foi encaminhado para a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) de Vilhena. A droga será periciada e ficará à disposição da Justiça. A PRF deverá investigar quem seria o remetente da encomenda em Rio Branco e quem era o destinatário em Goiânia, dando continuidade às apurações para tentar identificar e prender os responsáveis pelo tráfico interestadual de drogas.
Combate ao tráfico nas rodovias
Esta apreensão demonstra a importância do trabalho de fiscalização realizado pela PRF nas rodovias federais, especialmente em pontos estratégicos como a BR-364, que liga o Acre ao restante do país e é frequentemente utilizada por criminosos para o escoamento de drogas, madeira ilegal e outros produtos. A utilização de ônibus interestaduais para o transporte de entorpecentes é uma prática que os policiais estão treinados para identificar, seja por meio da análise de documentos, do comportamento de passageiros ou da inspeção minuciosa de bagagens e encomendas. A ação em Vilhena retira de circulação uma grande quantidade de skunk, que poderia abastecer o mercado consumidor em Goiás e contribuir para a violência e o crime organizado.
Fonte: ContilNet Notícias
Redigido por Acre Atual







