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“Não estou aqui para ser vice”, diz Bocalom ao comentar possível aliança política

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, foi categórico ao comentar, nesta segunda-feira (16), as especulações sobre uma possível aliança política que o colocaria como candidato a vice-governador. "Rapaz, eu não estou aqui para ser vice", afirmou o gestor, que é pré-candidato ao governo do Acre. Bocalom também atualizou o status de suas negociações com o PSDB, partido pelo qual já disputou seis eleições, e afirmou que uma reunião definitiva deve ocorrer nesta terça-feira (17) para definir seu futuro partidário. Ele lamentou a saída do PL, mas reiterou seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
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Bocalom
Bocalom disse que as tratativas com o PSDB estão quase fechadas/Foto: Juan Diaz, ContilNet

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, tratou de colocar um ponto final nas especulações de bastidores sobre uma possível aliança que o levaria a compor uma chapa como candidato a vice-governador. Em entrevista nesta segunda-feira (16), o gestor foi enfático ao afirmar seu objetivo principal para as eleições de 2026. “Rapaz, eu não estou aqui para ser vice”, declarou, ao ser questionado sobre a possibilidade de se unir ao também pré-candidato Alan Rick.

Futuro no PSDB

Bocalom também atualizou o andamento de suas negociações para deixar o PL e se filiar ao PSDB, legenda pela qual construiu grande parte de sua história política. Segundo ele, uma reunião decisiva com a direção nacional do partido deve ocorrer nesta terça-feira (17). “Já é a terceira conversa que a gente tem com o PSDB nacional. Amanhã, com certeza, deverá ser uma definitiva, porque a gente tem que definir logo”, afirmou, destacando que a decisão impacta também a formação das chapas proporcionais. O prefeito lembrou com carinho de sua trajetória na sigla: “Aquele partido foi o que me acolheu por seis eleições. Ganhamos duas eleições em Acrelândia e disputamos outras aqui em Rio Branco. O PSDB sempre foi o partido que nos acolheu muito bem”.

Relação com o PL

Apesar das negociações avançadas com os tucanos, Bocalom não escondeu sua preferência pessoal pela legenda que está deixando. “É claro que eu queria ficar no PL, não tem nem discussão. É o partido do meu presidente Bolsonaro. Mas nem por isso, deixando o PL, eu deixo de apoiar a nossa equipe do Bolsonaro”, afirmou, deixando claro que seu alinhamento político com o campo conservador permanece inalterado, independentemente da sigla que vier a adotar.

Fonte: ContilNet Notícias

Redigido por Acre Atual

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