Google ADS

Justiça mantém prisão de jogador do Vasco-AC e decreta preventiva para outro atleta

A Justiça do Acre decidiu, nesta sexta-feira (13), manter a prisão preventiva do jogador Erick Luiz Serpa Santos Oliveira e converter em preventiva a prisão temporária de Brian Peixoto Henrique Ilziario. Ambos são atletas do Vasco-AC e foram denunciados pelo Ministério Público do Acre (MPAC) por crimes de violência sexual contra duas mulheres, ocorridos em fevereiro em um alojamento do clube. A denúncia foi recebida pela 2ª Vara Criminal, e os acusados agora respondem formalmente a processo criminal. As investigações seguem sob sigilo.
Compartilhar
Justiça
A justiça manteve a prisão do casal/Foto: Reprodução

A Justiça do Acre proferiu, nesta sexta-feira (13), uma decisão importante no caso que envolve jogadores do Associação Desportiva Vasco da Gama (Vasco-AC) acusados de violência sexual. O juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco decidiu manter a prisão preventiva do atleta Erick Luiz Serpa Santos Oliveira e converter em preventiva a prisão temporária de Brian Peixoto Henrique Ilziario. A decisão ocorreu após o recebimento da denúncia formal apresentada pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC).

O caso e a denúncia

Os dois jogadores estão entre os cinco denunciados pelo MPAC por suposta participação em crimes de violência sexual contra duas mulheres. O crime teria ocorrido na madrugada de 14 de fevereiro de 2026, em uma residência no bairro Baixa da Colina, que servia como alojamento para atletas do clube. De acordo com a investigação da Polícia Civil, conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), as vítimas foram convidadas a ir até o imóvel após interagirem com alguns jogadores durante uma festa de carnaval. No local, segundo a denúncia, elas teriam sido submetidas a atos de violência sexual por múltiplos homens, em um contexto de vulnerabilidade e intimidação.

Próximos passos

Os acusados foram denunciados pelos crimes previstos nos artigos 213 e 217-A do Código Penal (estupro e estupro de vulnerável), com agravantes e concurso de pessoas. Ao analisar o caso, o juízo entendeu que há indícios suficientes de autoria e materialidade, baseando-se em depoimentos das vítimas, testemunhos, relatório policial e registros de atendimento médico. Com o recebimento da denúncia, os atletas passam a responder formalmente a um processo criminal, que agora segue para a fase de instrução, com a oitiva de testemunhas e análise aprofundada das provas. O clube informou que abriu um procedimento administrativo interno para apurar a conduta dos atletas. O caso corre sob sigilo de Justiça.

Fonte: ContilNet Notícias

Redigido por Acre Atual

Rolar para cima