A crise logística e social provocada pelo colapso da infraestrutura viária no interior do estado ganhou uma proposta de intervenção imediata vinda do cenário federal. Conforme declarações oficiais consolidadas nesta segunda-feira (15 de junho de 2026), o ex-governador e atual presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, propôs o uso emergencial de balsas de grande porte para reduzir o isolamento das comunidades afetadas pela queda da Ponte Frei Paolino, em Sena Madureira. A medida visa dar uma resposta rápida ao desabastecimento local.
Alternativa sobre as Águas: Transporte de Cargas, Ambulâncias e Veículos
De acordo com a justificativa apresentada por Viana, a instalação de um sistema de balsas e rebocadores atuando de forma contínua no leito do rio é a única saída viável a curto prazo enquanto o poder público realiza perícias e reconstrói a estrutura que desabou. Jorge pontuou que o isolamento severo pune diretamente os pequenos produtores e bloqueia o trânsito de ambulâncias, viaturas e caminhões de mantimentos. A proposta prevê a articulação junto à Marinha do Brasil e ao governo federal para autorizar e subsidiar a travessia, evitando que a economia da região profunda do Juruá sofra uma paralisia total durante os meses de estiagem.
| Detalhes da Proposta de Jorge Viana | Modo de Operação Sugerido (2026) | Objetivo Logístico Imediato |
|---|---|---|
| Uso de Balsas Emergenciais | Travessia fluvial contínua | Restabelecer o tráfego de veículos e mantimentos. |
| Público Alvo do Socorro | Moradores e produtores isolados | Garantir fluxo de ambulâncias e serviços essenciais. |
| Articulação Necessária | Apoio da Marinha e Governo Federal | Subsidiar o custo para não sobrecarregar o colono. |
A intervenção de Jorge Viana com a sugestão das balsas ocorre no momento em que a temperatura política na Assembleia Legislativa atingiu o ápice, após o deputado Edvaldo Magalhães clavar que “tem caroço nesse angu” e não descartar a abertura de uma CPI para revirar os contratos do Deracre com a Construtora Cidade. A empreiteira, que foi obrigada a custear os gastos médicos dos feridos no desabamento, viu sua vidraça quebrar de vez com a revelação de que executou outras sete grandes obras públicas no Acre durante os governos passados do PT, gerando um tiroteio de acusações entre situação e oposição.
Link de Fonte: ac24horas







