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Instituições ligadas ao Banco Master e liquidadas pelo BC chegam a nove

O Banco Central já liquida nove instituições ligadas ao Banco Master, incluindo o Banco Pleno, com impacto no FGC e investigação em curso.
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Foto: Metrópoles
Michael Melo/Metrópoles

A liquidações Banco Master foi novamente ampliada pelo Banco Central. Desde 18 de novembro de 2025, o Banco Central do Brasil decretou a liquidação extrajudicial de nove instituições financeiras com alguma relação com o antigo Banco Master, inclusive a mais recente medida envolvendo o Banco Pleno e sua distribuidora de títulos, segundo informações oficiais e levantamentos jornalísticos.

O processo de liquidações Banco Master começou após a constatação de comprometimento econômico-financeiro e falta de liquidez em diversas entidades relacionadas ao conglomerado financeiro, que passaram a entrar em regimes especiais de administração temporária ou liquidação, com a intervenção da autoridade monetária para resguardar o Sistema Financeiro Nacional.

Contexto das liquidações vinculadas ao Banco Master

A sequência de liquidações Banco Master tem origem em 18 de novembro de 2025, quando o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do próprio Banco Master e de várias instituições integradas ao seu grupo. Desde então, outras empresas vinculadas ao grupo, como corretoras, bancos de investimento e distribuidoras, foram incluídas no mesmo regime especial de resolução pelo BC, com base na deterioração de sua situação financeira.

Banco Pleno e demais instituições recentes

As últimas liquidações Banco Master envolveram o Banco Pleno S.A. e a Pleno Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., decretadas em 18 de fevereiro de 2026. O Banco Central informou que a medida foi adotada diante do comprometimento da situação econômico-financeira, da deterioração da liquidez e da inobservância de normas regulatórias, motivos que caracterizam o regime especial de liquidação extrajudicial.

Impactos e desdobramentos das liquidações

As liquidações Banco Master têm repercussões amplas para o mercado financeiro, incluindo o desembolso de recursos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em valores bilionários para ressarcir credores elegíveis, conforme regras do fundo. Além disso, as medidas foram acompanhadas de investigações sobre práticas financeiras e questionamentos sobre a transparência regulatória, gerando debates sobre os efeitos sistêmicos e a supervisão exercida pelo Banco Central e outras autoridades.

Fonte: Metrópoles

Redigido por Acre Atual

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