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Fórum Estadual sobre Autismo debate políticas públicas e mercado de trabalho no Acre

Rio Branco sediará, nos dias 9 e 10 de abril, o I Fórum Estadual Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas.
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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é classificado em três níveis de suporte/apoio/Foto: Reprodução

A inclusão e a qualidade de vida das pessoas com Transtorno do Espectro Autismo estarão no centro do debate em Rio Branco nos dias 9 e 10 de abril. O Teatro Universitário da Universidade Federal do Acre (Ufac) sediará o I Fórum Estadual Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas, uma iniciativa do Projeto Mãepeutas – Vozes Plurais em parceria com a Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac. O objetivo é ampliar o diálogo sobre inclusão e fortalecer as redes de apoio no estado.

Debates e programação

A programação do evento, que é aberto ao público e reúne profissionais, pesquisadores, estudantes, familiares, gestores públicos e integrantes da comunidade, está dividida em dois dias. Na noite do dia 9, a partir das 18h30, a abertura contará com uma apresentação cultural e palestras sobre os avanços das políticas públicas nos últimos 10 anos no Acre e sobre a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e as adaptações para pessoas com autismo no mercado de trabalho. No dia 10, a programação se estende por todo o dia, com debates sobre temas como os desafios na adolescência, a realidade das mulheres autistas no contexto amazônico, o autismo na terceira idade e o papel fundamental das associações e famílias. O evento se encerra com uma roda de conversa sobre o cuidado psicossocial em todo o ciclo de vida.

Inscrições e importância

Mais do que um espaço de formação, o fórum se propõe a ser um ambiente de escuta, conscientização e compromisso social, valorizando a diversidade e incentivando ações que ampliem a participação e a autonomia das pessoas com autismo na sociedade. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela plataforma Even3. O evento representa uma oportunidade ímpar para a troca de conhecimentos e experiências, contribuindo para o avanço de práticas inclusivas e para a construção de um Acre mais acolhedor e preparado para atender às necessidades da comunidade neurodivergente.

Fonte: ContilNet Notícias

Redigido por Acre Atual

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