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Dois meses sem respostas: família de idoso desaparecido em Rio Branco segue com incertezas

Nesta quarta-feira (18), completam-se dois meses do desaparecimento de Pedro Vilchez, de 87 anos, que saiu de casa para comprar um refrigerante e nunca mais foi visto. A neta do idoso, Tauane Vilchez, relatou ao ContilNet que a família continua angustiada e sem nenhuma pista concreta. As buscas, que chegaram a mobilizar o Corpo de Bombeiros com cães farejadores e drones, foram interrompidas pela falta de novos indícios. A Polícia Civil, por meio da DHPP, investiga o caso, mas até o momento não há informações sobre o paradeiro do idoso.
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desaparecido acre
Pedro está desaparecido desde o último dia 18 de janeiro — Foto: arquivo pessoal

A angústia e a falta de respostas marcam, nesta quarta-feira (18), os dois meses do desaparecimento do idoso Pedro Vilchez, de 87 anos, em Rio Branco. O aposentado saiu de casa no dia 18 de janeiro para comprar um refrigerante e, desde então, não deu mais notícias. A neta dele, Tauane Vilchez, conversou com o ContilNet e expressou o sofrimento da família.

Buscas e investigações

Nos primeiros dias após o sumiço, uma grande operação foi montada para tentar localizar Pedro. Imagens de câmeras de segurança registraram o último passo do idoso: ele foi visto caminhando pela Estrada do Mutum, em direção a um ramal, por volta das 9h17. A partir daí, equipes do Corpo de Bombeiros realizaram varreduras com cães farejadores, quadriciclos e drones com câmeras térmicas nos ramais do Mutum e Plácido, e em áreas próximas a Bujari. A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), também abriu investigação, ouvindo testemunhas e analisando informações.

Falta de pistas e angústia

Apesar de toda a mobilização inicial, nenhuma pista concreta sobre o paradeiro de Pedro surgiu. Sem novas informações, as buscas foram interrompidas. “Permanecemos na mesma. Angustiados, sem notícias, sem nenhuma novidade”, desabafou Tauane. O caso segue sendo investigado pela polícia, mas a família vive na incerteza, sem saber se o idoso adentrou uma área de mata, se recebeu ajuda de alguém ou se sofreu algum problema de saúde durante o trajeto. O desaparecimento de Pedro Vilchez permanece um mistério, e a esperança de um reencontro é o que resta aos familiares.

Fonte: ContilNet Notícias

Redigido por Acre Atual

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