Deputados da Hungria cortam o próprio salário em 40% em medida de austeridade

Parlamento húngaro aprova redução drástica nos próprios vencimentos em meio a pressões econômicas e reformas fiscais na Europa.
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Péter Magyar
Attila Husejnow/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Uma decisão política de forte impacto fiscal e simbólico chamou a atenção das chancelarias e assembleias legislativas ao redor do planeta. Conforme deliberação oficial consolidada em Budapeste nesta terça-feira (9 de junho de 2026), os deputados da Hungria aprovaram uma proposta que corta em 40% os salários de todos os membros do parlamento nacional. A medida visa conter os gastos públicos em um momento de severo ajuste econômico na Europa Central.


Reforma Fiscal, Redução de Privilégios e Pressão Popular

De acordo com os relatórios das agências internacionais de notícias, o corte drástico nos vencimentos dos parlamentares húngaros foi costurado como uma resposta direta às exigências da população por maior responsabilidade com o dinheiro dos impostos e à necessidade de o governo equilibrar o orçamento público nacional. A nova lei reduz de forma imediata o teto salarial dos políticos e limita os bônus para funções de liderança partidária. Lideranças governistas e de oposição afirmaram que a classe política precisava dar o exemplo prático de sacrifício antes de impor novas medidas de arrocho fiscal e tributário para os trabalhadores e empresas do país.

Detalhes da Reforma na Hungria Índice do Ajuste Político (2026) Objetivo Simbólico e Fiscal
Corte Salarial Parlamentar Redução de 40% nos vencimentos Diminuir o custo da máquina legislativa europeia.
Fator de Pressão Exigência popular por austeridade Dividir o peso da crise econômica com os políticos.
Destinação das Perdas Equilíbrio do Orçamento Gerar fundos de reserva para o erário húngaro.

A lição europeia de corte de gastos na própria carne serve de forte contraste com a realidade orçamentária do nosso estado, uma vez que estudos econômicos consolidados colocam o Acre na 24ª colocação nacional em custo do Executivo e revelam que o estado ostenta um dos maiores custos do Poder Legislativo em relação ao PIB de todo o país. Essa máquina inflada e cara exige um sacrifício absurdo do trabalhador, forçando os acreanos a entregarem mais de R$ 18 milhões em impostos por dia e a pagarem o etanol a R$ 5,35 o litro nos postos de Rio Branco.

Link de Fonte: Metrópoles

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