A Polícia Civil do Acre realizou, nesta sexta-feira (6), a recaptura de um condenado por feminicídio que estava foragido após romper a tornozeleira eletrônica. A prisão ocorreu em Cruzeiro do Sul e foi executada por equipes do Núcleo Especializado de Investigação de Crimes Patrimoniais, que conseguiram localizar o foragido após um trabalho de inteligência.
O histórico do crime e da pena
O preso, identificado pelas iniciais G.B.B., foi condenado a uma pena de 27 anos e 5 meses de reclusão pela prática de feminicídio, um dos crimes mais graves previstos na legislação brasileira. Ele já havia cumprido 14 anos e 3 meses da pena em regime fechado e, posteriormente, progrediu para o regime aberto, passando a ser monitorado por meio de tornozeleira eletrônica. No entanto, o condenado rompeu o equipamento de monitoramento e deixou de ser localizado, passando à condição de foragido da Justiça.
Investigação e captura
As equipes da Polícia Civil deram início às investigações para localizar G.B.B. após o rompimento da tornozeleira. Informações colhidas pelos agentes indicavam que o homem estaria em Cruzeiro do Sul, possivelmente trabalhando em uma obra localizada na área do porto da cidade. Com base nessas informações, os investigadores intensificaram as diligências e conseguiram confirmar o paradeiro do foragido. No momento da abordagem, ele foi surpreendido pelos policiais e não ofereceu resistência. A prisão foi efetuada em cumprimento a um mandado judicial.
Retorno ao sistema prisional
Após a detenção, G.B.B. foi conduzido à unidade da Polícia Civil em Cruzeiro do Sul, onde foram realizados os procedimentos legais de praxe. Em seguida, ele será encaminhado ao sistema prisional, onde deverá cumprir o restante da pena que lhe foi imposta pela Justiça. Segundo informações das autoridades, ainda restam 13 anos e 1 mês de reclusão para que a condenação seja integralmente cumprida. A recaptura representa um importante resultado no trabalho de combate à impunidade e de garantia de que as penas sejam efetivamente cumpridas, especialmente em casos de crimes tão graves como o feminicídio.
Fonte: ContilNet Notícias
Redigido por Acre Atual







