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A execução de Christa Pike, de 50 anos, terminou de forma inesperada na noite de quarta-feira (30), no Tennessee, nos Estados Unidos. Após receber duas doses do sedativo pentobarbital sem morrer, a condenada foi levada às pressas para um hospital e, segundo um médico que acompanha o caso, pode ter sofrido uma lesão cerebral.
Pike permanece sob medidas de suporte à vida. Para Joel Zivot, médico e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Emory, o atraso no início da reanimação pode ter provocado danos ao cérebro da condenada.
“É muito possível que, em consequência do atraso no início da reanimação, ela sofra uma lesão cerebral”, afirmou Zivot à BBC.
Com informações da ContilNet







