O novo boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (8), aponta os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Acre estão em estabilidade ou oscilação na tendência de longo prazo e o nível de atividade é de baixo risco.
Os casos de SRAG por rinovírus têm aumentado no Acre, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em relação à Covid-19, há um leve sinal de aumento dos casos graves no Acre, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e em São Paulo, porém ainda em níveis baixos de incidência.
Já a capital Rio Branco tem nível de atividade em alerta e 75% de probabilidade de crescimento nos casos. Rio Branco aparece junto com Aracaju (SE), Porto Alegre (RS), São Luís (MA) e Vitória (ES).
Em relação aos casos de SRAG por vírus respiratório, observa-se que o rinovírus, metapneumovírus e Sars-CoV-2 apresentam tendência de aumento em nível nacional.
Apenas Alagoas, Roraima e Sergipe apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas com indícios de crescimento nas últimas seis semanas até a Semana Epidemiológica 39.
O estudo aponta ainda que cinco unidades também apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, porém sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Os casos de SRAG por metapneumovírus têm aumentado em diversos estados das regiões Sul (Paraná e Santa Catarina), Sudeste (Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo), Nordeste (Alagoas, Bahia, Paraíba. Pernambuco e Sergipe) e no Mato Grosso do Sul.
Com informações da ContilNet







