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Bocalom revela articulação de aliados de Mailza para viabilizar sua pré-candidatura no PSDB

O prefeito Tião Bocalom revelou que contou com apoio de lideranças políticas, inclusive ligadas ao grupo de Mailza, para viabilizar sua entrada no PSDB e pré-candidatura ao governo.
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Foto: Whidy Melo/ac24horas

A articulação para candidatura de Bocalom ao governo do Acre ganhou novos detalhes após o prefeito de Rio Branco revelar bastidores de sua filiação ao PSDB.

Durante coletiva concedida na madrugada desta sexta-feira (20), no Aeroporto Internacional de Rio Branco, Bocalom afirmou que contou com apoio de lideranças políticas, inclusive de nomes ligados ao grupo da vice-governadora Mailza Assis, para garantir sua entrada na sigla tucana.

Apoio envolveu lideranças nacionais

Segundo o prefeito, a articulação envolveu diretamente figuras importantes da política nacional, como o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e o senador Márcio Bittar, que atuaram para viabilizar o movimento em Brasília.

De acordo com Bocalom, esses contatos foram fundamentais para assegurar sua filiação ao PSDB, partido que passou a abrigar sua pré-candidatura ao governo estadual.

Movimento ocorreu em meio a disputa política

A revelação acontece em um cenário de intensa disputa política no Acre, especialmente entre grupos que buscam protagonismo nas eleições de 2026.

O PL, partido ao qual Bocalom era filiado anteriormente, decidiu integrar uma aliança liderada por Progressistas, União Brasil e MDB, que apoia a pré-candidatura de Mailza Assis ao governo.

Prefeito diz que processo não foi simples

O próprio Bocalom destacou que a negociação para garantir sua entrada no PSDB foi complexa e enfrentou resistência.

“Não foi fácil, foi muito difícil”, afirmou, ao comentar os bastidores das articulações que envolveram lideranças políticas e contatos diretos com dirigentes partidários.

Segundo ele, houve tentativas de impedir que o partido fosse utilizado como base para sua candidatura.

Contato com lideranças do PSDB foi decisivo

Bocalom revelou ainda que houve interlocução direta com integrantes da cúpula tucana, incluindo o senador Aécio Neves, para viabilizar a negociação.

As conversas ocorreram em nível nacional, evidenciando que a disputa pelo comando político no Acre ultrapassou os limites estaduais.

Prefeito minimiza possíveis conflitos

Apesar de a articulação envolver grupos políticos adversários, o prefeito afirmou que não guarda ressentimentos sobre o processo.

Para ele, esse tipo de movimentação faz parte do ambiente político e das estratégias adotadas em períodos pré-eleitorais.

“Isso é jogo político”, declarou, ao comentar os bastidores das negociações.

Cenário político segue em transformação

A articulação para candidatura de Bocalom evidencia o nível de complexidade das alianças políticas no Acre, onde diferentes grupos disputam espaço e influência.

Movimentos como esse demonstram que as fronteiras entre aliados e adversários podem ser flexíveis, especialmente quando há interesses estratégicos em jogo.

Filiação ao PSDB redefine estratégia eleitoral

A entrada de Bocalom no PSDB representa um reposicionamento importante no cenário político estadual, abrindo caminho para a construção de uma candidatura competitiva ao governo.

O movimento também amplia sua capacidade de articulação e fortalece sua presença entre lideranças políticas.

Eleições de 2026 intensificam articulações

As declarações reforçam que as eleições de 2026 já estão moldando o cenário político no Acre, com negociações acontecendo em diferentes níveis.

Com isso, a articulação para candidatura de Bocalom se torna um dos principais episódios dentro da disputa política atual no estado.

Fonte: AC24Horas

Redigido por Acre Atual

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