O Vasco-AC se manifestou oficialmente, nesta terça-feira (10), sobre os desdobramentos do caso envolvendo quatro de seus atletas, investigados por um suposto estupro coletivo ocorrido no alojamento do clube em fevereiro. Em nota publicada no Instagram, o clube informou que a Justiça do Acre determinou a soltura de dois jogadores e criticou o que chamou de “incriminação prematura” nas redes sociais e na imprensa.
A decisão judicial
De acordo com a nota oficial, os atletas Alex Pires Júnior, o Lekinho, e Matheus Silva, o Manga, não foram indiciados após as investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). O clube parabenizou a delegada Elenice Carvalho pela condução do caso. O advogado Atevaldo Santana, que representa os jogadores, celebrou a decisão. “Começamos a desmontar o castelo de areia”, afirmou, referindo-se às acusações. Os outros dois atletas envolvidos, Brayan e Erick Serpa, permanecem respondendo ao processo, que corre em sigilo de Justiça.
Posicionamento do clube e críticas
Na nota, o Vasco-AC afirmou que “sempre acreditou na presunção de inocência”. O clube aproveitou para fazer um desabafo sobre a repercussão do caso. “Agora, aguardamos que todos que foram às redes sociais incriminar prematuramente os atletas tenham a humildade de se retratar, assim como os veículos de comunicação. Quanto a Brayan e Erick Serpa, aguardaremos a conclusão do processo”, diz um trecho da nota. O caso, que teve grande repercussão, segue em investigação, e a Justiça deverá se pronunciar sobre os demais envolvidos nos próximos meses.
Fonte: ContilNet Notícias
Redigido por Acre Atual







