Anitta revela voto em Lula após dizer que não faria campanha para o petista

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Anitta revela voto em Lula após dizer que não faria campanha para o petista

A cantora Anitta voltou atrás e decidiu declarar publicamente seu voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Em um vídeo compartilhado em seu perfil no Instagram, a artista explicou que estava convicta de que o atual presidente venceria a disputa logo no primeiro turno, mas reconheceu que avaliou mal o cenário político atual.

De acordo com as informações apuradas pelo portal Metrópoles, a decisão ocorre após dias de intensas cobranças de fãs e debates nas redes sociais sobre o papel de figuras públicas no pleito.

“Descer do salto” e reconhecimento de erro

“Confesso que este ano fui bem ingênua e estava convicta de que o Lula ia ganhar no primeiro turno, por uma arrogância minha de achar impossível em 2026 a maioria do país ainda dar credibilidade ao bolsonarismo, mas eu estava errada”, declarou a artista, acrescentando que recebeu conselhos para estudar e “descer do salto”.

Anitta também aproveitou o pronunciamento para criticar pautas defendidas pela ala conservadora, apontando a promoção de discursos de ódio direcionados a minorias e a mistura de religião com o debate político. A cantora reforçou que sua trajetória pessoal, vinda da favela e adepta do candomblé, sustenta sua coerência ideológica ao longo dos anos.

Por que Anitta decidiu declarar voto em Lula?

A cantora explicou que, após reavaliar o cenário do segundo turno das eleições de 2026 e reconhecer que superestimou a vitória no primeiro turno, decidiu formalizar seu apoio ao atual presidente.

O que Anitta falou sobre as cobranças por posicionamento?

No início da semana, a artista havia criticado a cobrança de vídeos de apoio por considerar que a estratégia prática tinha alcance limitado, mas posteriormente detalhou os motivos de sua escolha em um novo vídeo.

Quais críticas a cantora fez no pronunciamento?

Anitta criticou posicionamentos de direita associados a discursos de ódio contra minorias, como negros, mulheres e a comunidade LGBTQIA+, além de reprovar a instrumentalização da religião na política.

A manifestação da artista volta a movimentar o cenário político digital, polarizando opiniões e engajando eleitores na reta decisiva da disputa presidencial.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

Com informações da ContilNet

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