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Uma imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada sem a cabeça na noite de sexta-feira (25), na Cruz do Chilão, no bairro Santa Helena, em Cuiabá (MT). A escultura foi danificada e o estado em que foi encontrada foi registrado por uma pessoa que estava no local.
Até o momento, não há informações sobre quem danificou a imagem ou sobre as circunstâncias do vandalismo.
O caso ganhou repercussão após a divulgação das imagens da escultura. A Arquidiocese de Cuiabá se manifestou sobre o episódio e repudiou o ato, destacando a importância religiosa e cultural do local.
Segundo a instituição, a Cruz do Chilão é um marco da religiosidade popular cuiabana e reúne elementos da tradição católica e da cultura dos povos de matriz africana. Para a Arquidiocese, o espaço carrega uma história que atravessa gerações.
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Arquidiocese repudia vandalismo
Em nota, a Arquidiocese afirmou repudiar atos de intolerância religiosa, vandalismo e violência contra símbolos de fé. A instituição também destacou que a liberdade de consciência e de crença e o livre exercício dos cultos religiosos são direitos garantidos pela Constituição Federal.
A entidade ressaltou ainda que casos de intolerância, discriminação e violência motivados por religião podem configurar crimes e devem ser investigados pelas autoridades.
“Repudiamos toda forma de intolerância religiosa, vandalismo e violência contra símbolos de fé”, afirmou a Arquidiocese.
A instituição também pediu que o caso seja apurado, com identificação dos responsáveis e adoção das medidas cabíveis.
Caso ocorre após polêmica envolvendo Nossa Senhora
O vandalismo aconteceu poucos dias depois de uma polêmica nas redes sociais envolvendo Nossa Senhora Aparecida e o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Nas redes, circularam informações relacionadas a um projeto de lei que teria como objetivo retirar o título de padroeira do Brasil atribuído à santa. A proposta, porém, era referente a um projeto antigo que já havia sido arquivado.
Até o momento, não há informação que estabeleça qualquer relação entre a polêmica política e o vandalismo ocorrido em Cuiabá.
Com informações da ContilNet







