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Agente da PF é investigado por vazar informações a alvos da Operação Ptolomeu no Acre

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Foto: Sérgio Vale/ac24horas

Um agente da Polícia Federal (PF) e um ex-funcionário terceirizado da corporação estão entre os investigados da Operação Umbra, deflagrada nesta terça-feira (22), que apura o repasse de informações sigilosas sobre ações policiais a alvos da Operação Ptolomeu no Acre.

De acordo com a PF, os investigados integravam um núcleo de contrainteligência montado para favorecer pessoas investigadas nas fases anteriores da Ptolomeu. O grupo teria obtido dados sobre operações, deslocamento de equipes e uso de viaturas, com o objetivo de antecipar as ações da polícia e reduzir a efetividade de decisões judiciais.

A Umbra ocorreu ao mesmo tempo que a quarta fase da Operação Ptolomeu, que investiga suspeitas de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e outras irregularidades em contratos no estado.

As equipes cumpriram 28 ordens judiciais nas duas operações. No Acre, os mandados foram executados em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. Também houve diligências em Maringá, no Paraná, e em Navegantes, em Santa Catarina.

Durante as buscas, três suspeitos foram presos em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Os agentes também apreenderam dinheiro em espécie com parte dos investigados. Segundo estimativa preliminar, o valor chega a cerca de R$ 1 milhão.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou o sequestro de bens e valores dos alvos para ressarcimento aos cofres públicos. Entre as medidas cautelares impostas aos investigados estão o afastamento de função pública, a proibição de contato entre eles, a proibição de frequentar determinados órgãos públicos e a proibição de deixar a comarca onde residem e o país.

Os investigados têm prazo de 24 horas para entregar os passaportes na Superintendência da Polícia Federal no Acre.

Eles poderão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e embaraço à investigação de infração penal que envolve organização criminosa.
Rebeca Martins

Um agente da Polícia Federal (PF) e um ex-funcionário terceirizado da corporação estão entre os investigados da Operação Umbra, deflagrada nesta terça-feira (22), que apura o repasse de informações sigilosas sobre ações policiais a alvos da Operação Ptolomeu no Acre.

De acordo com a PF, os investigados integravam um núcleo de contrainteligência montado para favorecer pessoas investigadas nas fases anteriores da Ptolomeu. O grupo teria obtido dados sobre operações, deslocamento de equipes e uso de viaturas, com o objetivo de antecipar as ações da polícia e reduzir a efetividade de decisões judiciais.

A Umbra ocorreu ao mesmo tempo que a quarta fase da Operação Ptolomeu, que investiga suspeitas de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e outras irregularidades em contratos no estado.

As equipes cumpriram 28 ordens judiciais nas duas operações. No Acre, os mandados foram executados em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. Também houve diligências em Maringá, no Paraná, e em Navegantes, em Santa Catarina.

Durante as buscas, três suspeitos foram presos em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Os agentes também apreenderam dinheiro em espécie com parte dos investigados. Segundo estimativa preliminar, o valor chega a cerca de R$ 1 milhão.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou o sequestro de bens e valores dos alvos para ressarcimento aos cofres públicos. Entre as medidas cautelares impostas aos investigados estão o afastamento de função pública, a proibição de contato entre eles, a proibição de frequentar determinados órgãos públicos e a proibição de deixar a comarca onde residem e o país.

Os investigados têm prazo de 24 horas para entregar os passaportes na Superintendência da Polícia Federal no Acre.

Eles poderão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e embaraço à investigação de infração penal que envolve organização criminosa.

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