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Jornalista Zuenir Ventura, imortal da ABL, morre aos 95 anos

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Jornalista Zuenir Ventura, imortal da ABL, morre aos 95 anos

O jornalista e escritor Zuenir Ventura morreu nesta terça-feira (22/9), aos 95 anos. A informação sobre o seu falecimento foi comunicada por familiares e confirmada oficialmente pela Academia Brasileira de Letras (ABL).

Conforme apurado pela jornalista Juliana Barbosa para o portal Metrópoles, a causa da morte não foi divulgada pela família. Zuenir deixa a esposa, Mary Ventura, e dois filhos, Elisa e Mauro.

Trajetória na imprensa e consagração na literatura

Nascido em Além Paraíba (MG) em 1931, Zuenir Ventura construiu uma das trajetórias mais prestigiadas do jornalismo brasileiro. Ao longo de décadas de atuação, passou por redações históricas como Tribuna da Imprensa, Correio da Manhã, O Cruzeiro, Visão, Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil e O Globo.

Sua genialidade consagrou-se na habilidade de transformar complexos cenários sociais e políticos em narrativas marcantes. Em 1989, lançou o livro 1968: O Ano que Não Terminou, obra de referência que revisita o período da ditadura militar, o golpe dentro do golpe, a repressão e os movimentos estudantis no Brasil. Com o livro-reportagem Cidade Partida, que aborda a divisão social no Rio de Janeiro, venceu o cobiçado Prêmio Jabuti.

Em 30 de outubro de 2014, Zuenir foi eleito para a Cadeira nº 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL), ocupando o posto que pertencia ao dramaturgo Ariano Suassuna.

“O jornalista Zuenir Ventura morreu, nesta terça-feira (22/9), aos 95 anos… Zuenir Ventura é considerado um dos jornalistas e escritores mais importantes do país, especialmente por transformar grandes acontecimentos políticos e sociais em livros-reportagem”, relata a apuração de Juliana Barbosa no Metrópoles.

Qual foi a causa da morte de Zuenir Ventura? Segundo apuração de Juliana Barbosa no Metrópoles, a causa do falecimento do jornalista aos 95 anos não foi revelada pela família.

Quais são os livros mais famosos de Zuenir Ventura? Conforme relata Juliana Barbosa no Metrópoles, entre suas obras mais destacadas estão 1968: O Ano que Não Terminou e Cidade Partida (vencedor do Prêmio Jabuti).

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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