Professora Brittany Zamora foi presa em 2018 por abuso sexual de aluno adolescente — Foto: Reprodução/Maricopa County Sheriff’s Office; Reprodução/Facebook
Condenada a 20 anos de prisão por abuso sexual de um aluno de 13 anos, a ex-professora Brittany Zamora, de 35 anos, assumiu uma nova função dentro da penitenciária onde cumpre pena, no Arizona, nos Estados Unidos: ela passou a dar aulas de reforço para outras detentas.
Segundo o Departamento de Correções do Arizona, Zamora recebeu, em setembro de 2021, uma certificação para atuar como tutora e está autorizada a auxiliar no ensino de disciplinas acadêmicas. Ela também participa de atividades em grupo com as internas que frequentam as aulas.
Ainda de acordo com o departamento, Brittany não apresenta registros de problemas disciplinares e passou a auxiliar a equipe educacional da unidade. Ela é especializada no ensino de inglês para pessoas que não têm o idioma como língua materna.
Condenação
Brittany tinha 27 anos quando foi presa, em 2018, após ser denunciada por manter contato sexual com um estudante da escola Las Brisas Academy, em Goodyear, no Arizona, onde trabalhava como professora.
O caso veio à tona depois que os pais do adolescente descobriram o envolvimento e comunicaram a direção da escola. A polícia foi acionada e iniciou a investigação.
Brittany foi sentenciada a 20 anos de prisão em julho de 2019, pouco depois de completar 28 anos.
Divórcio durante a prisão
Na época do escândalo, Brittany era casada com Daniel Zamora, que permaneceu ao lado dela durante o processo criminal e o julgamento.
Em abril de 2020, já na prisão, Brittany entrou com um pedido de divórcio. Especialistas jurídicos apontaram que a separação poderia estar relacionada aos processos civis e pedidos de indenização apresentados pela família do adolescente.
Durante o julgamento, familiares da vítima fizeram declarações contra a professora. O pai do adolescente afirmou que esperava que o filho pudesse superar o episódio e seguir a vida.
A mãe de Brittany, por sua vez, pediu ao juiz que aplicasse a pena mínima e afirmou que a filha não seria uma pessoa monstruosa, atribuindo parte de sua trajetória ao abandono sofrido na infância.
Conteúdo Original / Fonte: Extra







