O parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre a investigação envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, aponta que a apuração não identificou conclusão de negócios com o governo federal.
O documento ressalta que a apuração da Polícia Federal constatou contato entre a empresária Roberta Luchsinger e o primogênito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas que a máquina pública não fechou nenhuma negociação.
Além disso, a PGR ainda constata, com base na investigação, que foram rastreadas vantagens financeiras pagas ao ex-chefe de gabinete Marco Marco Aurélio Santana, o Marcola.
E finaliza afirmando que não há participação de nenhuma autoridade com prerrogativa de foro e, por isso, o caso deve remetido para a primeira instância.
Além disso, atesta que, além da ausência de investigado com foro, não há relação com o escândalo de desvio de recursos do INSS.
A PGR reiterou que isso, porém, não quer dizer que não houve eventual crime, como tráfico de influência.
Apesar da recomendação da PGR, os ministros André Mendonça e Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, devem manter as investigações na Suprema Corte.
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por patrickpalhares.
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